quinta-feira, 7 de maio de 2020

Como as redes sociais fazem do mundo um lugar melhor

por Alison Caporimo e Marina Góes


A revolução reinventada
Na década de 1960, manifestantes marcharam e protestaram nas ruas de todo o mundo. Hoje, eles usam o Facebook. Por exemplo, no Egito, protestos organizados pelas redes sociais levaram à queda do presidente Hosni Mubarak.

Auxílio em desastres
Em outubro de 2012, após serem atingidos pelo furacão Sandy, os nova-iorquinos, sem eletricidade e com pouca bateria nos celulares, usaram o Twitter para compartilhar informações, como disponibilidade de transporte e combustível.

Notícias imediatas
Em 15 de janeiro de 2009, Janis Krums não sabia que estava prestes a se tornar repórter. Ele tirou uma foto dos passageiros do voo 1549 da US Airways sendo resgatados após o pouso forçado e foi mais rápido que os noticiários da TV. Ele tuitou: "Há um avião no Hudson. Estou na barca indo ajudar a resgatar as pessoas. Que loucura."

Compatibilidade milagrosa
Fazia três anos que Chris Strouth convivia com uma doença renal quando lhe disseram que precisava de transplante. Ele postou no Twitter: "Preciso de um rim." Dezenove pessoas se voluntariaram. Uma era compatível e decidiu seguir com o procedimento. Após a cirurgia, o doador mandou a Chris uma mensagem desejando pronto restabelecimento - pelo Twitter, claro.

Achados e perdidos
Um jornalista achou um celular no táxi em Nova York e, após verificar o aparelho, suspeitou pertencer à cantora Courtney Love. Ele postou a notícia no Twitter e sua suspeita foi confirmada: Courtney respondeu ao tweet e o celular pôde ser prontamente devolvido.

Arte fácil
Diplomar-se em artes plásticas sai caro, mas o Instagram é gratuito. Em questões de segundos, quase 100 milhões usam filtros e outros recursos fascinantes, criando uma exposição de arte instantânea.

Fonte: Revista Seleções